“Para sua surpresa, havia alguém ali. Uma mulher sozinha, segurando um copo de… Uísque? Parecendo incrivelmente confortável naquele canto escuro e vazio. Liv ficou curiosa a ponto de parar e forçar os olhos para ver quem era”.
Completamente diferentes em vivências, gostos, estilos, culturas, personalidades, Maurícia e Liv têm algo em comum: uma solidão refratária. Decepções e sofrimentos gravaram nas duas marcas profundas. Como voltar a reabrir corpos, corações, almas? Como unir duas vidas, sem abrir mão de uma? Como extinguir as infinitas distâncias que as separam?
“Maurícia não achou estranho. Há muito deixara de tentar compreender o comportamento dos seres humanos. Entender as mulheres então… Já sabia ser impossível”.
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